Empresas do Agro vão destinar até 20% do orçamento para Inteligência Artificial em 2026

Relatório ATI mostra que o agronegócio brasileiro projeta aplicar entre 10% e 20% do orçamento de TI em inovação em 2026 — e 71% das empresas priorizam IA e machine learning. Entenda o que isso significa para a carreira do engenheiro agrônomo.

O agro brasileiro acelera a adoção de Inteligência Artificial em 2026 Dados do relatório Antes da TI, a Estratégia (ATI) revelam um movimento decisivo do agronegócio nacional: as empresas do setor projetam destinar entre 10% e 20% de todo o seu orçamento de Tecnologia da Informação para inovação em 2026 . Dentro dessa fatia, 71% das companhias colocam Inteligência Artificial (IA) e machine learning como prioridade número um . A leitura do mercado é direta: o agro deixou de tratar dado como subproduto da operação e passou a tratá lo como ativo estratégico. A nova fronteira competitiva são agentes autônomos capazes de transformar o volume gigantesco de informações de clima, solo, pragas, maquinário e satélite em prescrição agronômica direta , aplicada hectare a hectare. Por que IA, por que agora Três forças se cruzam em 2026: Margem pressionada : custo de insumos elevado obriga o produtor a ganhar eficiência por hectare, não por área total. Volume de dados explosivo : sensores, drones, estações meteorológicas e maquinário conectado geram terabytes por safra. Maturidade dos modelos : machine learning aplicado a séries climáticas, NDVI e imagens multiespectrais já entrega prescrição c…

Categoria: Mercado

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